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COMIX REMIX (parte I) – Marcos Farrajota

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Marcos Farrajota es una de las personalidades más interesantes en el panorama independiente de edición gráfica a nivel europeo, y quizá, uno de los más activo en Portugal. Cabeza visible de la asociación portuguesa de artistas gráficos Chili Com Carne, y responsable del sello Mmmnnnrrrg!, hasta el año pasado conformaba parte de la organización del extinto festival Feira Laica, además de ser autor prolífico, sarcástico e inquieto. Como él mismo dice en el prólogo de Meshina de Cabeceira 23: se encuentra escondido detrás de diferentes nombres.

A continuación enlazamos la primera parte de su artículo “Comix Remix”, en el que da un repaso por algunas obras y autores que trabajan (o han trabajado) en los límites de la narración gráfica a partir del collage, el ensamblaje, el found footage entre otras técnicas.

 

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En tiempos ya bien entrados en una era digital y sociedades sumergidas en la información instantánea, el artículo de Farrajota nos pone en perspectiva, primero trazando un paralelismo con la música (cómo no hablar del remix sin empezar por el sampleo), y nos plantea cómo dentro de la creación, surge también la idea de edición. Después de todo, de eso se trata mezclar.

Lembras-te quando eras puto com um gravador de k7s e com a pretensão de querer fazer música usando pedaços daqui e dali? Querias misturar aquele “beat” de uma música com um berro histérico do apresentador do programa de rádio. Ou prolongar para sempre aquele riff que tanto gostavas – e nesse tempo nem conhecias o termo “Drone”?

Pois é, já vivias numa “era de edição” em que os Dadaístas, William S. Burroughs, os Situacionistas, o Hip Hop e o Techno deram as bases teóricas, artísticas e técnicas, e por fim, o mundo digital deu as ferramentas para a concretizar ubiquamente. Todos nós seja quando preparamos um e-mail apaixonado ou um relatório cinzento habituamo-nos a escrever, corrigir, reescrever, cortar um excerto e colocar noutro parágrafo, reutilizar um texto para outro propósito nem que seja mudando o nome a quem nos vamos endereçar! Vivemos uma cultura de “copy / paste” – consequentemente as formas de arte arranjaram mais outras terminologias como “remix” ou “mash up”.
 
Enquanto isso as leis de direito de autor agonizam, sem saber onde irão chular a seguir, e até parece impossível que se venha a cometer outra vez crimes oficiais como aconteceu ao John Oswald ou aos Negativland (1) há umas décadas atrás – o que não verdade como irão ver mais à frente. Apesar da fama de batalhas legais ir quase sempre para a indústria fonográfica, na verdade os maiores casos legais de direitos acontecerem (e continuam) no seio da indústria BD norte-americana e na Europa, com a intratável Fundação Moulinsart a perseguir tudo e todos que usem o velho Tintin e a sua cadela idiota. A defesa extrema do “copyright” na BD é mais um pecadilho a juntar à história negra da BD. Mas não é sobre isto que vos quero falar mas sim sobre as possibilidades da cultura “remix” no médium do “comix”. E temos de falar disto rápido! Não há tempo a perder!”
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